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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Se eu fosse rainha...

Se eu fosse rainha dava tudo o que o meu povo queria. Dava-lhe algo da minha riqueza para poderem comprar o que quisessem.
Ajudava-os a pagar as despesas da água, da luz, da casa e do carro, às que o tinham. As que não tinham carro dava-lhes um carro.
Criava condições espectaculares de ensino, bons centros de saúde, hospitais, lares de terceira idade e arranjava uma família para cada órfão.
No meu reino não existiria fome nem guerras, todos estavam em segurança, em paz, sossego e todos seriam muito felizes.

Margarida Domingues Miguel - 4.ºA

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Traquinices no Zimbabué

No passado dia 13 de Janeiro, doze alunos da turma 4º Ano A, participaram, na Escola Superior de Educação de Leiria, à apresentação de uma história para a Infância - “Traquinices no Zimbabué”. Esta actividade foi desenvolvida em articulação com um grupo de alunas da ESEL e integrada na disciplina de Literatura para a Infância e Juventude.

Fomos caracterizados de animais da floresta e estávamos muito bonitos.

A história foi muito divertida e tem uma lição para todos. Esperemos que se divirtam tanto como nós!

sábado, 27 de dezembro de 2008

O cavalinho Bolinhas e o Malvado


Era uma vez, um cavalo que andava sempre a ganhar troféus de corridas de cavalos.
Um dia, apareceu um cavalo com o nome de Malvado que andava a ganhar muitas corridas e troféus.
Mas, no dia de Natal, os dois cavalos (Bolinas e o Malvado) iam - se defrontar.
O Bolinhas disse ao seu companheiro: - Não sei se vou ganhar a corrida!
- Porquê? – disse o companheiro.
- Estás a ver o cavalo preto? É o Malvado. - disse o Bolinhas.
- Não te preocupes Bolinhas. – disse o companheiro.
Começou a corrida.
Na frente seguiam os dois cavalos, a meta já estava à vista… Quem ganhou a corrida foi o Bolinhas.
Recebeu mais um troféu de corridas de cavalos. Ambos aclamaram a vitória do Bolinhas.
A partir dessa noite de Natal, o Malvado ficou na quinta do Bolinhas e passaram a viver como irmãos.


História escrita pelo aluno Nuno Neto do 4.º ano A

O Pai Natal e os presentes

Num certo dia de Inverno, o Pai Natal lembrou-se que ainda tinha as prendas por fazer. Então, levantou-se da sua cama a correr e quando ia para ligar a máquina reparou que a tinha deixado ligada toda a noite e que, talvez por isso, a máquina tinha avariado, Logo de seguida disse:
- Oh não! Agora como é que eu vou fazer as prendas para as crianças? E agora? Elas vão ficar desiludidas e muito tristes por não terem presentes.
Chega uma rena que diz:
- Pai Natal não fiques triste, nós vamos chamar o técnico que arranja todas as coisas, e de certeza que nos vai arranjar isto tudo só em duas horas. De repente veio outra rena e disse:
- Não é preciso irmos chamar o técnico que arranja tudo. Eu arranjo a máquina porque também sei reparar todas as coisas, embora algumas falhem. Até tenho muito jeito!
Então o Pai Natal perguntou:
- É preciso ir comprar ferramentas?
- Não, não é preciso porque uma prima minha tem essas ferramentas todas e de certeza que nos vai empresta-las - disse a rena. Chega outra rena que diz:
- Eu vou lá pedir-lhe as ferramentas todas, mas só tens de me dizer quem é e onde é que fica a casa da tua prima. Depois das indicações dadas a rena partiu. Só assim a máquina foi reparada. O Pai Natal ficou muito feliz e as crianças também porque puderam receber os presentes que tanto desejavam.


História criada pela aluna Francisca Ribeiro do 4.ºA

Uma história de Natal

Era uma vez, um pinheiro chamado Natalício que vivia ao pé de um eucalipto muito grande com o tronco liso.
Ele gostava de ser, um dia, um pinheiro de Natal e ver sempre o Pai Natal.
Mas ele dizia que nunca teria oportunidade de ser um pinheiro de Natal.
Já era noite e o pinheiro viu um papiro a voar, apanhou-o com a boca e começou a ler:
- Quem apanhar este papiro ficará com sorte porque qualquer dia pode ser companheiro do Pai Natal.
Esperou até à noite de Natal.
Na noite de Natal, ele acordou junto ao Pai Natal todo enfeitado.

Conclusão: O seu desejo realizou-se porque ele nunca desistiu.


Uma história criada pelo aluno Hugo Bruno do 4.ºA

Um anjo cozinheiro

Era uma vez, um anjo que vivia numa nuvem muito branquinha que pairava no ar.
Um dia, o anjo saiu à rua e viu um homem a cozinhar um ovo estrelado. E perguntou:
- Posso cozinhar contigo?
E o cozinheiro disse:
- Sim! Mas tem cuidado! Mete as luvas e pega numa frigideira e num ovo. A seguir, partes o ovo para dentro da frigideira. Metes a frigideira ao lume e esperas.
O anjo assim fez. O ovo estrelado estava tão belo que, para o jantar, quis cozinhar outro ovo.
A partir desse dia, tornou-se um anjo cozinheiro.


Um texto da autoria do aluno Hugo Bruno do 4.ºA