segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Fotos Exposição de Natal I

Mais uma vez, a Escola Amarela participou na Exposição de Natal, em conjunto com as restantes escolas do 1.º Ciclo do Agrpamento D. Dinis. Sob o tema "Natal Ecológico", todas as turmas realizaram os seus trabalhos com muita criatividade. O resultado foram trabalhos muito ecológicos!
Querem ver? Ora espreitem...
2.º/3.º ano C - Pólo

1.º ano B - Pólo

3.º ano A - Sede


Exposição de Natal

Tal como aconteceu nos anos anteriores, as escolas do 1.º ciclo do nosso agrupamento organizaram uma exposição de Natal. O tema deste ano foi “Natal Ecológico”. Os trabalhos apresentados foram bastante variados e construídos com materiais de desperdício.
O trabalho da nossa turma foi realizado na Área de Projecto, a partir da recolha de receitas tradicionais de Natal. Com revistas velhas fizemos livrinhos tentando recriar os antigos livros de receitas das nossas avós.



Turma do 3.º B - Pólo



quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

O dia de Reis

Sabias que os Reis Magos são personagens que vieram do Oriente, guiados por uma estrela, para adorar o Deus Menino, em Belém?

O dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro, partindo-se do princípio que foi neste dia que os Reis Magos chegaram finalmente junto ao Menino Jesus.

Ao chegarem ao seu destino, os Reis Magos deram como presentes ao Menino Jesus:

Ouro (oferecido por Belchior): este representa a Sua nobreza;

Incenso (oferecido por Gaspar): representa a divindade de Jesus;

Mirra (oferecido por Baltasar): a mirra é uma erva amarga e simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, enquanto salvador da Humanidade, também simbolizava Jesus enquanto homem.

Assim, os Reis Magos homenagearam Jesus como rei (ouro), como deus (incenso) e como homem (mirra).

Em alguns países é no dia 6 de Janeiro que se entregam os presentes.

Em Portugal as crianças recebem as prendas na noite de 24 de Dezembro, deixadas pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus nos seus sapatinhos, junto à chaminé ou lareira. No dia de Reis, a tradição consiste apenas em comer Bolo-Rei, no interior do qual se encontra uma fava e um brinde escondidos. A pessoa que encontra a fava deve "pagar" o Bolo-Rei no ano seguinte.

Rafael Gomes Calças – 4º B

domingo, 11 de janeiro de 2009

Janeiras na Escola

Mais uma vez, aqui estou. Sou o Rodrigo , aluno da Escola Amarela, da turma 4.º ano A.
No dia 6 de Janeiro, dia de Reis, cantámos as Janeiras na escola sede. Fomos de turma em turma cantar a música “o Natal dos Simples” de José Afonso.
Tocamos alguns instrumentos : tambor, adufe, pandeireta, clavas , maracas e reco- reco. Eu fiz parte do grupo dos cantores.
O primeiro ano deu-nos um balão!



Rodrigo Fernandes 4º ano A

Maçã de Reis



Olá a todos! Para celebrar o dia de Reis na nossa sala, confeccionámos uma Maçã de Reis.


Queres aprender a fazer? Então segue estes passos:


1- Pedes a um adulto que escave na maçã uns olhos e uma boca.


2- Dentro do buraquinho dos olhos colocas pedaços pequenos de chocolate.


3- Para o nariz, colas uma pintarola, uma goma ou um pequeno rebuçado.


4- Depois, constróis a coroa dos reis desenhando-a na parte de dentro de um pacote de leite, recortas e enfeitas com papelinhos brilhantes!


E cá está, a Maçã de Reis! Claro que poderás comer e partilhar com a tua família esta simpática e nutritiva maçã.


Alunos do 2.º ano B - Pólo

Festa de Natal da Escola Amarela

Mais uma vez a Escola Amarela levou a cabo a sua tradicional Festa de Natal. No dia 17 de Dezembro, no Teatro José Lúcio da Silva, alunos e professores poderam mostrar à comunidade educativa a peça de teatro "Um Anjo na Cidade", com actuações diversas de todas as turmas da nossa escola.
Foi uma festa muito bonita, diversificada e com muito espírito de Natal, que contou com o esforço e empenho de todos!

Aqui fica o testemunho de um aluno sobre este momento!

Olá!
Eu sou aluno da escola Amarela e vou contar como foi a nossa festa de Natal , no Teatro José Lúcio, no dia 17 de Dezembro.
O Teatro estava cheio e atrás do pano nós estávamos muito nervosos.
A festa começou com a música “Silent Night”. Depois começou o teatro – “Um anjo na cidade”-. Na realidade foram três anjos : um que falava normalmente e dois que comunicavam com Língua Gestual Portuguesa.

Durante toda a peça eles esforçam-se por dizer às pessoas o que é o Natal mas foi muito difícil! As pessoas andam, muito ocupadas com compras, dinheiro ,festas mas esquecem-se do verdadeiro Natal.
A seguir actuou o primeiro ano e depois apareci eu em palco como polícia, em conjunto com outros alunos do 4º ano.
Depois actuou o segundo ano. A história continuou e entrou o terceiro ano.
No fim, o quarto ano declamou um poema e cantou uma música de Natal. Afinal, Natal é sempre que nós quisermos…
Por fim veio o Pai Natal que distribuiu presentes por todos nós.
Foi uma bonita festa !

Rodrigo Fernandes -4º ano A

sábado, 27 de dezembro de 2008

O cavalinho Bolinhas e o Malvado


Era uma vez, um cavalo que andava sempre a ganhar troféus de corridas de cavalos.
Um dia, apareceu um cavalo com o nome de Malvado que andava a ganhar muitas corridas e troféus.
Mas, no dia de Natal, os dois cavalos (Bolinas e o Malvado) iam - se defrontar.
O Bolinhas disse ao seu companheiro: - Não sei se vou ganhar a corrida!
- Porquê? – disse o companheiro.
- Estás a ver o cavalo preto? É o Malvado. - disse o Bolinhas.
- Não te preocupes Bolinhas. – disse o companheiro.
Começou a corrida.
Na frente seguiam os dois cavalos, a meta já estava à vista… Quem ganhou a corrida foi o Bolinhas.
Recebeu mais um troféu de corridas de cavalos. Ambos aclamaram a vitória do Bolinhas.
A partir dessa noite de Natal, o Malvado ficou na quinta do Bolinhas e passaram a viver como irmãos.


História escrita pelo aluno Nuno Neto do 4.º ano A

O Pai Natal e os presentes

Num certo dia de Inverno, o Pai Natal lembrou-se que ainda tinha as prendas por fazer. Então, levantou-se da sua cama a correr e quando ia para ligar a máquina reparou que a tinha deixado ligada toda a noite e que, talvez por isso, a máquina tinha avariado, Logo de seguida disse:
- Oh não! Agora como é que eu vou fazer as prendas para as crianças? E agora? Elas vão ficar desiludidas e muito tristes por não terem presentes.
Chega uma rena que diz:
- Pai Natal não fiques triste, nós vamos chamar o técnico que arranja todas as coisas, e de certeza que nos vai arranjar isto tudo só em duas horas. De repente veio outra rena e disse:
- Não é preciso irmos chamar o técnico que arranja tudo. Eu arranjo a máquina porque também sei reparar todas as coisas, embora algumas falhem. Até tenho muito jeito!
Então o Pai Natal perguntou:
- É preciso ir comprar ferramentas?
- Não, não é preciso porque uma prima minha tem essas ferramentas todas e de certeza que nos vai empresta-las - disse a rena. Chega outra rena que diz:
- Eu vou lá pedir-lhe as ferramentas todas, mas só tens de me dizer quem é e onde é que fica a casa da tua prima. Depois das indicações dadas a rena partiu. Só assim a máquina foi reparada. O Pai Natal ficou muito feliz e as crianças também porque puderam receber os presentes que tanto desejavam.


História criada pela aluna Francisca Ribeiro do 4.ºA

Uma história de Natal

Era uma vez, um pinheiro chamado Natalício que vivia ao pé de um eucalipto muito grande com o tronco liso.
Ele gostava de ser, um dia, um pinheiro de Natal e ver sempre o Pai Natal.
Mas ele dizia que nunca teria oportunidade de ser um pinheiro de Natal.
Já era noite e o pinheiro viu um papiro a voar, apanhou-o com a boca e começou a ler:
- Quem apanhar este papiro ficará com sorte porque qualquer dia pode ser companheiro do Pai Natal.
Esperou até à noite de Natal.
Na noite de Natal, ele acordou junto ao Pai Natal todo enfeitado.

Conclusão: O seu desejo realizou-se porque ele nunca desistiu.


Uma história criada pelo aluno Hugo Bruno do 4.ºA

Um anjo cozinheiro

Era uma vez, um anjo que vivia numa nuvem muito branquinha que pairava no ar.
Um dia, o anjo saiu à rua e viu um homem a cozinhar um ovo estrelado. E perguntou:
- Posso cozinhar contigo?
E o cozinheiro disse:
- Sim! Mas tem cuidado! Mete as luvas e pega numa frigideira e num ovo. A seguir, partes o ovo para dentro da frigideira. Metes a frigideira ao lume e esperas.
O anjo assim fez. O ovo estrelado estava tão belo que, para o jantar, quis cozinhar outro ovo.
A partir desse dia, tornou-se um anjo cozinheiro.


Um texto da autoria do aluno Hugo Bruno do 4.ºA